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12 de set de 2010

O QUE ME IMPORTA?!


Participar de um C.A. não é nada fácil – a pessoa que vos escreve até já tentou –, há a convivência com pessoas que pensam e agem diferentes, e ainda tem que aprender a ceder por outras que apenas reclamam e nem ao menos sabem seu nome.

A permanência em um C.A. torna-se um suplício: faltas acumuladas nas disciplinas, necessidade de trancá-las, trabalhos e provas digamos que não muito satisfatórios... E muita, mas muita reclamação, cobrança, piadinhas etc.

Até agora esses ‘dados’ são referentes a um C.A., ou seja, qualquer centro acadêmico assemelha-se a este modelo, porém não quero aqui discorrer sobre qualquer centro acadêmico, esta pequena e humilde resenha é sobre o C.A. que representa os alunos de um dos maiores cursos da UFRN, com quatro habilitações e seis entradas de alunos, mais de 600 estudantes letrandos, é sobre um C.A. que está tentando superar mais de três anos de ausências – com gestão atrás de gestão sofrendo com problemas graves de falta de apoio e de componentes ativos – um C.A.LET. que em menos de seis meses de gestão está suprindo as necessidades e exigências de um dos maiores corpus acadêmico da universidade.

Não se trata de fazer propaganda, marketing ou campanha de auto-ajuda, apenas tornou-se necessário saber que todos os alunos de LETRAS fazem parte do C.A.LET., e que uns se f#%$@ mais que outros porque põem a cara a bater, e apanham!

Mas então caro leitor você pode se perguntar:

- “Sim, e o que me importa?!”

E respondo:

- “O que lhe importa é que nós participamos politicamente em todos os níveis da sociedade, inclusive na universidade, ô meu querido!”

Vamos cobrar não só presença nas discussões do curso. Vamos cobrar tudo!

Os $ 0,25 da carteira de estudantes que você doa pro C.A. (ou pro DCE, e essa grana chega mesmo no C.A.? Será?), o dinheiro arrecadado com vendas... Pra onde isso vai? Vai para a organização de recepções, de eventos e encontros estudantis?

Cobrança responsável é aquela que se sabe o porquê e o que cobrar, não é gritar no corredor e chamar o C.A. de C.U. .


Por Lisane Mariádne.